PERDÃO SENHOR!

Estamos chegando a idade da senectude (embora ainda não decrepta) percebemos quanto fomos incapazes de direcionar nossos filhos, na senda da sabedoria transcendental, entretanto nos posicionamos ferreamente para a sabedoria das ciências sociais, biomédicas e exatas, para que tivessem uma profissão. Com muita impafia dizíamos essa riqueza as traças não corroem e nem podem ser roubadas, todavia estas ao final de cada um tornar-se-á pó, enquanto aquelas juntamente com o espirito retornam ao nosso Criador, apresentando o que fomos aqui na nossa temporada terrestre.

Identificamos nesse meio século (destes mais de trinta anos) buscando a vivência messiânica, promovida por Jesus através dos escritos evangélicos proclamados pela Igreja Católica, os espaços que foram preenchidos por outras pessoas que não tinham nosso DNA, (em outras palavras valores morais, sociais e espirituais que só os pais podem passar para os filhos) como no caso da primeira Eucaristia, vez que julgávamos incapazes (provavelmente verdade), mas porque adotamos o comodismo, relegando essa cultura transcendental a um segundo plano, porque Deus não era a primeira coisa em nossas vidas. Verdade o que prevalecia era a nossa vontade de poder, de ter e aparecer. Verdade que havia uma preocupação para não sermos arrolados como “carolas”… como se isso determinasse nossa “independência”.

Diante disso meus filhos não podem dizer como o salmista (salmo107ou108,1) “Meu coração está pronto, meu Deus está pronto meu coração!”, com a exceção de um deles conduzida pelo Espirito que não está sob o jugo da Lei, o demais são vulneráveis porque estão sob as obras da carne: fornicação, libertinagem, devassidão, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, ciúmes, iras, intrigas, discórdias, facções, invejas, bebedeiras, orgias, e coisas semelhantes a estas. Enquanto o fruto do Espirito é a caridade, alegria, paz longanimidade, benignidade, bondade, lealdade, mansidão, continência. Contra estas coisas não existem lei (Gl 5,18-25). Nem tudo está perdido, basta aderir ao Espirito que passarão a ter o seu fruto.

Dobramos os joelhos diante do Pai, de quem toda e qualquer família recebe o seu nome, no céu e sobre a terra. Que ele nos conceda, segundo a riqueza da sua glória, sermos robustecidos, por seu Espirito. Quanto ao homem interior que ele faça habitar, pela fé, Cristo em nossos corações, que sejamos enraizados e fundados no amor.

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