O MARTÍRIO

O martírio não cruento cessa quando não se tem mais nada e por isso também cessa o medo, sobressaindo a fidelidade à unidade com a Igreja, única responsável a conduzir a criatura ao Criador. Por isso deve-se amar nossa Paróquia.

O católico não despreza sua vida, sob martírio porque recorda-se dos dias felizes ao lado da família, dos amigos.

A fé nesta circunstância não pode ser trocada por benesse nenhuma, nem mesmo por uma vida feliz. Não há limites ao amor de Deus.

Recordar os que foram martirizados: prisioneiros, deportados, exilados, injustiçados. Lembrar São Paulo (Hb 12,4) “ vós ainda não resististes até o sangue em vosso combate contra o pecado”

A fidelidade dos mártires enriquecem a Igreja, nascida da graça do sofrimento, eles ensinam dizer sim: um sim incondicional e sem limites ao amor de Deus.

Os mártires também ensinam a dizer não as bajulações, aos comprometimentos, as injustiças, mesmo que o objetivo seja salvar a própria vida ou em troco de um pouco de tranquilidadade.

É uma herança…portanto deve ser aceita, porém não é automática ou natural, vez que pode ser rejeitada… por outro lado não trata-se de heroísmo mais de fidelidade.

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